Se você perguntar a algum fã de Diários de uma Apotecária em que período histórico a obra de Natsu Hyuga é ambientada, provavelmente vão dizer que é na "China Antiga", ou China Imperial. No entanto, isso é um equívoco que a autora admitiu que fez.

Passando-se em um palácio imperial que lembra muito a Cidade Proibida na China, Diários de uma Apotecária pode ser confundido nesse período histórico imperial. Para Hyuga, no entanto, a obra não tem uma ambientação precisa ou historicamente correta, já que mesclou diversos elementos do Japão e China em diferentes épocas.

É então que a autora comenta que "roubou" diferentes características de cada período para formar o momento em que a obra se passa. Por isso há alguns avanços científicos que não condizem com o momento em que a história é ambientada.

“Basicamente, o que eu fiz foi roubar todas as partes mais interessantes de mil anos de história chinesa e reorganizá-las como bem entendi.”

Na entrevista, o entrevistador questiona a autora sobre a escolha da palavra "roubar" em vez de ter usado "inspirar" ou "pegar emprestado", mas Hyuga foi firme:

“Bem, foi exatamente isso que eu fiz. Por exemplo, eu incluí instrumentos de sopro na história, mas o fato é que eles mal haviam se popularizado no início da era moderna.”

Ela continua: “Tecnicamente, a história não se passa na China, mas o cenário é muito inspirado na China. Também há alguns elementos japoneses, mas acho que isso é normal, já que sou japonesa.”

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Fonte original: IGN Brasil.