Kei Urana, criadora de Gachiakuta, se envolveu em polêmica após compartilhar um vídeo nas redes sociais, o que a levou a desativar e se afastar delas por conta da retaliação que sofreu por parte de fãs.
Tudo aconteceu quando a mangaká compartilhou no Instagram um vídeo em que um fã da obra imita a dança de um personagem. A questão é que o personagem em específico é Jabber, que é negro e, portanto, a pessoa que estava dançando imitando o personagem não era. O que alimentou ainda mais essa polêmica é que a pessoa grudou diversos alhos-porós na cabeça para imitar os dreads de Jabber, o que foi visto como uma zombação da cultura negra por muitos internautas. Assim, Urana se viu sendo chamada de racista por diversos fãs.
A mangaká se defendeu, dizendo que apenas compartilhou o vídeo do cosplay, mas não foi o suficiente. A polêmica apenas aumentou, o que a levou à decisão de sair das redes sociais:
#Gachiakuta Kei Urana has left Twitter Like I said, they truly inherited the mha fandom. All these accounts are acting like victims now saying it’s because they "called her out" but their "calling out" has just been them quoting every single one of her posts insulting her and… pic.twitter.com/8evydawchm — Alanin_8 (@Alanin_8) May 23, 2026
"Muito bem, o caos no X [Twitter] está aumentando, e decidi que está atrapalhando meu trabalho criativo, então me despeço do X! Nos vemos em algum outro lugar."
No vídeo no Instagram, diversos fãs de Gachiakuta se mostraram curiosos com o alvoroço em torno da dança, com muitos apontando que era algo apenas cômico. Já outros afirmaram que a imitação tinha cunho racista.
No entanto, essa não foi a única polêmica em torno de Gachiakuta. Com o anúncio da peça de teatro baseada na obra, muitos internautas apontaram como alguns personagens que são negros no mangá seriam interpretados por japoneses.
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Fonte original: IGN Brasil.

